Inaldo Pereira enfrenta rejeição e solidão política no final do mandato em Paço do Lumiar
A gestão de Inaldo Pereira (PSDB) em Paço do Lumiar é um exemplo de como um mandato tampão pode afundar em contradições e caos administrativo. Convocado para assumir após o afastamento judicial e a cassação da prefeita Paula Azevedo (PCdoB), Inaldo começou com discursos duros, denunciando que a educação municipal estava sendo “roubada e saqueada”, com escolas fechadas por falta de verbas. Contudo, as promessas de moralidade e mudanças rápidas deram lugar a suspeitas de práticas que demonstram aprofundar o município e a falta de compromisso com a população.
Vale lembrar que em menos de 24 horas após assumir, Inaldo nomeou vários parentes para cargos no alto escalão, provocando revolta e acusações de nepotismo. A gestão rapidamente perdeu a transparência, abandonou serviços essenciais como coleta de lixo, deixou de pagar profissionais da saúde e, na educação, reduziu a merenda escolar a frangos “Americano”. O resultado disso é uma MEGA rejeição e um isolamento político que deixa Inaldo Pereira sem aliados no encerramento de seu mandato. Mergulhado na solidão de suas próprias atitudes, o prefeito é hoje o símbolo de um governo marcado por isolamento.