
Na tentativa de conter a popularidade da oposição no município de Arame, a prefeita Jully Menezes editou no último dia 20, um decreto inconstitucional proibindo qualquer tipo de reunião no território municipal, tentando assim, evitar reuniões com declaração de apoio aos seus adversários políticos.
De acordo com a prefeita, quem descumprir o decreto terá que pagar multa de até R$ 500 reais e ainda poderá ser preso.

No entanto, apesar de estar valendo desde o dia 20, quando foi publicado no Diário Oficial, na última quarta-feira (22), apenas dois dias depois de iniciar a validade do decreto, a própria prefeita, seu esposo Diogo e o ex-prefeito Dr. João, que recentemente, segundo informações locais, foram contaminados por Covid-19, fizeram um ato político na Aldeia Zutiwa, colocando, colocando em risco dezenas de indígenas.
No dia do evento, o município registrava quase mil casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus e 18 mortes. Desses números, 415 estão com a doença ativa, sendo 06 hospitalizados e 409 em isolamento domiciliar.
No entanto, contrariando suas próprias determinações, a prefeita participou da reunião, aglomerou dezenas de pessoas e colocou muita gente em risco uma vez que a maioria não usava máscara.
Se a prefeita não cumpre suas próprias ordens, quem vai cumprir?

O prefeito Juran Carvalho, conseguiu através do senador Roberto Rocha (PSDB) a recuperação de todas as ruas do centro da cidade de Presidente Dutra.
A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) vai iniciar neste sábado (25) a obra na avenida Tancredo Neves com 10km de pavimentação asfáltica que serão empregadas no recapeamento das principais vias do município.
Os recursos são oriundos da atuação do senador Roberto Rocha, filho ilustre da cidade, que atendeu ao pedido do vereador Biné Soares (PSDB), e destinou emenda para a melhoria de todas as ruas do Centro.


O Juiz de Direito Dr Nelson Melo de Morais, deferiu liminar em Mandado de Segurança a favor das PMs que respondem por sindicância no caso da dança no TikTok.
O Juiz em seu despacho relatou que não existe aparentemente objeto de sindicância no vídeo postado em redes sociais, fatos supostamente contrários ao pundonor militar, como conteúdo com conotação sexual, com nudes ou político, como críticas a ato de superior ou assuntos atinentes a disciplina militar ou qualquer resolução do Governo.


O pré-candidato a prefeito de São José de Ribamar, Beto das Vilas (Republicanos), comemorou os números da primeira pesquisa registrada no município. Realizada pela M R Borges Serviços / MBO Publicidade, Marketing e Pesquisa entre os dias 16 e 19 de julho, o instituto avaliou vários cenários.
Segundo o levantamento, no cenário onde são testados confrontos diretos entre os pré-candidatos e o atual prefeito, Beto das Vilas seria eleito com 35% dos votos; Eudes Sampaio (PTB) ficaria com 21,33% e nenhum deles 43,67%.
Já no cenário com todos os pré-candidatos, quando o nome de Eudes Sampaio é substituído pelo do ex-secretário de Saúde, Tiago Fernandes (PP), o desempenho de Beto é gigante, e já atinge a segunda posição com 21,67% das intenções de votos. Os demais resultados nesse cenário hipotético avaliado pelo Instituto são: Dr. Julinho com 42,68%; Tiago Fernandes com 11,83%; Edson Junior com 8,50%; Jota Pinto com 7,16%; Nenhum destes representa 4,83% e NS/NR 3,33%.
A Pesquisa Eleitoral foi realizada por M R Borges Serviços / MBO Publicidade, Marketing e Pesquisa, ouviu 600 entrevistados entre os dias 16 e 19 de julho, tem margem de erro de 3,5% para cima ou para baixo e um intervalo de confiança de 96,5%. O protocolo no TSE – Tribunal Superior Eleitoral é MA-07695/2020.

Um verdadeiro absurdo na cidade de Codó, administrada pelo Prefeito Francisco Nagib (PDT), a prefeitura abriu processo licitatório no valor de R$16.009.750,00 (dezesseis milhões e nove mil e setecentos e cinquenta reais) para compra de bicicletas.
O Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado precisa acompanhar de perto as licitações da secretária de educação do município que também possui outro processo licitatório de R$ 15 milhões para compras de tablets. (Aqui)
A população do município deve se perguntar qual a verdadeira prioridade para tantos recursos financeiros na educação e os órgãos de controle analisar essas distribuições de tablets e bicicletas para alunos em véspera de eleição.


A sindicância que o comando geral da Polícia Militar do maranhão abriu para investigar a conduta de sete policiais femininas ainda repercute. O motivo da sindicância é por conta da gravação de um vídeo publicado no “TikTok” e viralizado nas redes sociais em que as policiais atendem um desafio em que aparecem com a farda militar e em seguida com roupas de civis.
O deputado estadual Dr. Yglésio, que também é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Minorais da Assembleia Legislativa, emitiu uma nota em que repudia a abertura de sindicância contra as policiais femininas. Na visão de Yglésio, as policiais não agiram em desrespeito à corporação, mas humanizaram a atividade policial.
“O vídeo humaniza a atividade policial, demonstrando que por trás de uma farda que suscita tantos sentimentos distintos nas pessoas há um ser humano de carne e osso, igual a qualquer cidadão.”, diz Dr. Yglésio em nota.
Confira a nota completa:
O Deputado Estadual Dr. Yglésio, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Minorias da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão – CDHM/ALEMA, vem a público manifestar repúdio à abertura da sindicância pela Polícia Militar do Estado do Maranhão – PMMA contra policiais mulheres que produziram um vídeo no aplicativo “Tik Tok” e o publicaram em suas redes sociais.
No vídeo, as policiais se apresentam uniformizadas e, ao tirarem unicamente seus bonés, apresentam-se em vestes civis. Não o fizeram de forma desrespeitosa, não se despiram frente às câmeras, não há nudez na produção, ou quaisquer comportamentos que sejam ofensivos à corporação. Pelo contrário! O vídeo humaniza a atividade policial, demonstrando que por trás de uma farda que suscita tantos sentimentos distintos nas pessoas há um ser humano de carne e osso, igual a qualquer cidadão. Não houve ofensa ao art. 103, que dispõe sobre o uso de uniformes, do Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Maranhão. Houve, inclusive, manifestação essencial do valor policial militar, sendo demonstrado pelas policiais no vídeo que o espírito de corpo e o orgulho das militares pela organização onde servem, bem como o amor à profissão militar e o entusiasmo com que é exercida, estão presentes conforme determina o art. 39, IV e V, do mesmo diploma normativo.
É evidente que se trata de uma retaliação alicerçada em sentimentos e tradições de menosprezo às mulheres, o que é absolutamente incompatível com uma sociedade de livres e iguais e com a Constituição da República de 1988 que garante isonomia entre homens e mulheres. Isto sim infringe o art. 40, III, V e VII do Estatuto dos Policias Militares do Estado do Maranhão. Por isso, espera-se que o bom senso, a razoabilidade e a proporcionalidade iluminem os responsáveis pelo descabido processo administrativo disciplinar e que as policiais envolvidas não sofram qualquer punição da Corporação.

Na Ilha de São Luís o único prefeito que não está sob avaliação da população é o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PDT). Ele não é candidato a reeleição.
Nos outros três municípios da Ilha, os eleitores devem aprovar ou desaprovar a gestão de seus prefeitos. Na Raposa, Talita Laci (PCdoB); em Paço do Lumiar, Paula Azevedo (PCdoB); em São José de Ribamar, Eudes Sampaio (PTB).
Em Paço do Lumiar e São José de Ribamar os gestores foram eleitos como vice-prefeitos e ocupam hoje a cadeira principal da cidade. Paula Azevedo (Paço do Lumiar) e Eudes Sampaio (Ribamar) com mandato definitivo depois de Luís Fernando pedir renúncia para participar da gestão do governador Flávio Dino (PCdoB).
Talita, Paula e Eudes tem em comum a insatisfação da população e não devem ter o mandato renovado. Sendo que dois nem devem lançar candidatura.
A prefeitura de Santa Quitéria do Maranhão mesmo depois da ação do Tribunal de Contas do Estado – TCE, continua não prestando contas de gastos direcionados ao combate da pandemia do novo coronavírus.

Apesar da ação do TCE a prefeita Anina do Júnior Basto (PDT), parece ter ignorado as ordens, pois já passaram mais de 15 dias e o portal da prefeitura continua não passando todas as informações.
A exemplo a ação promovida pela secretária de municipal saúde em sanitizar diversas áreas do município, onde o portal da transparência não diz quanto custou e nem a empresa responsável.

O projeto de lei que obriga as instituições particulares de ensino a conceder apoio socioemocional, de autoria do deputado estadual Dr. Yglésio (PROS), foi sancionada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), na sessão plenária realizada quarta-feira (22).
De acordo com a nova lei, as instituições particulares estão obrigadas a dar apoio socioemocional aos alunos, professores e demais funcionários das escolas no retorno às aulas presenciais, caso apresentem problemas psicológicos oriundos do tempo que ficaram em isolamento social por causa da pandemia.
“A lei aprovada é mais uma ferramenta entre as nossas mais de 70 proposições destinadas, exclusivamente, ao combate à pandemia no Maranhão. Todos nós tivemos grandes perdas com os efeitos negativos da Covid-19 em nossas vidas, o que requer ajuda psicológica para aquelas pessoas que mais sofreram com essa situação”, explicou Yglésio.
A medida destaca que os profissionais destinados a fazer esse trabalho são os próprios psicólogos das instituições. Além disso, os pais podem ajudar preenchendo uma ficha e destacando a existência de sintomas apresentados pelos alunos, para fazer um diagnóstico preciso e direcionar ações específicas em cada caso.
Em casos confirmados de alunos e demais profissionais com sintomas de problemas psicológicos, eles deverão fornecer à instituição laudo médico comprovando o problema de saúde e a instituição, por sua vez, concederá o apoio psicológico dentro ou fora da escola. Os atendimentos precisam seguir todas as orientações sanitárias para evitar contato direto entre as pessoas e, consequentemente, a contaminação por Covid-19.