
O deputado Yglésio Moyses (PSB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para repercutir uma publicação do Blog do Antônio Martins que aborda a possibilidade de alianças improváveis em São Luís com um questionário de uma pesquisa que vem sendo realizada pelo instituto Econométrica.
Publicado nesta terça-feira (15), a matéria revelou a exclusão do governador Carlos Brandão (PSB) da lista de lideranças com peso para alterar o resultado na disputa e projetou um cenário eleitoral visando testar a influência do ex-presidente Jair Bolsonaro, do senador Weverton, do ministro Flávio Dino e do presidente Lula, na disputa local.
No discurso, Yglésio fez uma análise dos cenários que a Econométrica tenta projetar e afirmou que a tentativa de alguns em buscar o colocar sua imagem à do presidente Lula na cidade beira o desespero.

O deputado Yglésio Moyses (PSB) repudiou, na sessão plenária desta quarta-feira (21), caso de agressão sofrida por uma policial civil do Maranhão, de 53 anos de idade, durante um curso de formação no Ceará. O autor da agressão teria sido um cabo da Polícia Militar do Estado do Tocantins.
“A policial civil ficou com hematomas na completude das duas nádegas de maneira completamente desnecessária. Estava em um treinamento policial e pegou pauladas. Infelizmente, ela foi humilhada, violentada com agressões fortes na região dos glúteos”, relatou Yglésio.
O parlamentar elogiou o posicionamento do governador do Ceará, que afastou o diretor do curso e encaminhou o caso para que sejam tomadas as devidas providências. Yglésio informou ainda que entrou em contato com o secretário de Estado de Segurança Pública, Maurício Martins, para saber quais providências o Maranhão também irá tomar sobre o ocorrido.
“Tentei falar com o secretário Maurício para saber o que o Maranhão vai fazer em termos de providências para defender essa policial e permitir que ela tenha acesso a todo acolhimento necessário dentro da Polícia Civil, porque não tem como a gente mandar nossas policiais femininas fazerem cursos fora para voltarem humilhadas de outros estados. Eu, inclusive, conclamo e vou fazer um pedido ao governador Brandão para que se posicione em relação a isso aí, porque precisa ter uma reprimenda e uma solidarização com essa policial”, afirmou.

o presidente do Moto Club, Yglésio Moyses, falou sobre as atividades do Moto Club para a sequência da temporada de 2023. Após ter sido vice-campeão maranhense, o Papão do Norte vai participar da Copa FMF, com o objetivo de conquistar uma vaga na Copa do Brasil e garantir calendário cheio para 2024.
De acordo com Yglésio Moyses, a ideia do Moto Club é contar com o treinador Marcinho Guerreiro, que levou o Papão do Norte à final do Estadual, na disputa da Copa FMF. O presidente rubro-negro revelou que teve uma conversa prévia com Marcinho, mas terá de esperar um pouco para bater o martelo, já que o técnico está fechado com o Timon para a disputa da Segundinha Maranhense.
“É decisão do Marcinho. Sabemos que o Marcinho gosta muito de treinar o Moto, tem um elo forte com a torcida. É a nossa opção preferencial de técnico, mas vai depender muito dele. Se ele verificar que o Timon é uma opção melhor para ele do que o Moto Club, tudo bem, a gente acredita que o profissional sempre deve ver o que é melhor para ele, mas nós temos interesse que ele venha para a Copa FMF. O Marcinho tem muita expertise nessas competições de tiro curto, funciona muito bem, então seria muito bom para o Moto. Se não for possível, vamos buscar outro profissional”, explicou Yglésio.
Outro ponto debatido por Yglésio Moyses foi a ampla reforma do CT Pereira dos Santos, que foi classificada como uma das prioridades de sua gestão como presidente do Moto Club. O mandatário pretende que o CT seja utilizado como concentração em véspera de jogos e dê um suporte maior para todas as categorias do futebol rubro-negro.
“Vamos começar, daqui a aproximadamente 15 dias, a reforma do CT Pereira do Santos. Vamos fazer o segundo campo, é mais um compromisso com a torcida que a gente vai cumprir nesse final de gestão. Queremos deixar esse legado do CT reformado para o Moto, com dignidade para os jogadores, acabando com essa história de jogador não poder concentrar no CT porque cai água dentro do quarto quando chove, entre outros absurdos. O segundo campo será importante para fazer revezamento com o campo principal e dar um maior atendimento às nossas categorias de base”, afirmou o presidente.
Além disso, Yglésio Moyses falou sobre o seu futuro no Moto Club. O presidente rubro-negro comunicou que não deve concorrer à reeleição e disse que quer deixar o clube de cabeça erguida após a reforma do CT Pereira dos Santos e a participação na Copa FMF.
“Meu mandato termina em novembro, e não tenho até o momento nenhuma pretensão de continuar como presidente. Só quero entregar o título da Copa FMF, com fé em Deus, entregar reforma do CT, porque esse foi o meu compromisso. Título nunca prometi entregar, prometi entregar o Moto Club mais organizado, com CT reformado, com categoria de base funcionando, com calendário maior para o ano que vem e um pouco menos de dívidas em relação ao período que recebi o clube”, declarou.
O deputado Yglésio Moysés (PSB) defendeu, na sessão plenária desta quinta-feira (11), mudanças no Projeto de Lei das Fake News, em tramitação na Câmara dos Deputados.
“Não é um projeto de censura total, mas dá ao Executivo o poder de regular o que é Fake News e o que não é. Não dá para entregar a um governo a capacidade de dizer o que é verdade e o que é mentira, pois os conceitos estão em modelação e modulação constantes”, argumentou Yglésio.
O parlamentar afirmou que defende que seja uma regulação para remover conteúdos impróprios, sobre os quais varas digitais especializadas decidiriam o que deve ser retirado das plataformas. “Mas não, porque o que se quer é criar um órgão executivo de regulação. Isso remonta à obra 1984, de George Orwell. A figura do grande irmão, do grande olho, daquele que tudo vê e controla tudo que pode ser dito”, salientou.
Hospital da Criança
Também em seu pronunciamento, o parlamentar sugeriu mudanças urgentes no Hospital da Criança. “A reforma está naquele limiar do feito com o mal feito. A gente questiona alguns aspectos da condução da obra. Basculantes com problemas, só um pouquinho de revestimento nos banheiros, o que já indica que isso vai causar infiltração. A situação está muito ruim. É preciso que se faça algo urgente para melhorar”, denunciou.
Ele também criticou declarações feitas pelo presidente Lula, as quais considerou preconceituosas, como as suas falas relacionadas às pessoas banguelas e com deficiência intelectual.

Em seu discurso na tribuna, Yglésio disse que se faz necessária a criação da CPI do Futebol para que as denúncias sejam investigadas. “Deixo muito claro que ninguém está aqui por conta de insatisfação com resultado. As coisas acontecem. Futebol tem disso, mas o que a gente não pode deixar é institucionalizar da forma que está. A gente vê essa semana a Série A comprometida, jogador que tem salário no mínimo de R$ 50 mil para cima. Às vezes, um goleiro reserva ganha R$ 100 mil numa Série A e o cara está lá vendendo resultado para aposta de jogo”, declarou o parlamentar.
No pedido da CPI, protocolado como Requerimento 173/2023, o deputado afirma que situações estranhas vêm ocorrendo nas partidas de futebol realizadas no Maranhão.
“A exemplo, podemos citar o resultado do jogo MAC e São José, cujo placar foi de 7×0 em favor do MAC, bem como no jogo de Pinheiro e São José, com resultado de 10×2 para o Pinheiro. Alguns jogadores, ligados ao Sampaio Correia na temporada 2022, estão sendo investigados por envolvimento nessas práticas delituosas. Outros foram denunciados pelo crime de corrupção em competições esportivas, como é o caso de Ygor Catatau e Paulo Sérgio”, frisou o deputado.
Ele acrescentou que “a situação se agrava quando surgem indícios de que agentes ligados à arbitragem estariam envolvidos no esquema de venda de resultados”.
Segundo denúncias, o presidente da Comissão Estadual de Arbitragem da Federação Maranhense de Futebol, Marcelo Bispo Nunes Filho, no cargo desde maio de 2012, estaria administrando o departamento à base de ameaças, troca de favores, mentiras e falsas promessas.
“Tudo isso com o intuito de direcionar resultados de jogos se beneficiar com apostas. Nesse contexto, ameaças são abertamente registradas em grupos de whatsApp criados para assuntos da arbitragem ou fora deles. O intuito é claramente determinar resultados. Um verdadeiro jogo de interesses. Um complô patrocinado pelos dirigentes que lesa todos os times envolvidos no campeonato e, por conseguinte, a sociedade desportiva. Impossível conceber campeonatos sem caráter competitivo ou desvirtuado, como vem ocorrendo”, assinalou Yglésio.
Ele explicou que, em razão de possíveis favorecimentos pessoais de dirigentes, árbitros, jogadores e apostadores, por meio de apostas com a indução de resultados nos jogos de futebol dos campeonatos maranhenses, irá lutar para levar à frente a CPI, buscando a apuração dos fatos com o apoio dos demais deputados da Casa.

O deputado Yglésio Moyses (PSB) criticou, na sessão plenária desta quinta-feira (23), duas decisões do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MA) em desfavor do Moto Club, determinando a penhora da renda do estádio para pagamento de sentenças trabalhistas. Segundo o parlamentar, é preciso ter razoabilidade na execução dessas sentenças, uma vez que os times de futebol também sobrevivem da arrecadação das bilheterias.
Yglésio relatou que, na noite de quarta-feira (22), no início do jogo entre Moto Club e Sampaio Corrêa, foi surpreendido com a visita de três oficiais de justiça do TRT-MA, com a decisão da penhora da renda do estádio, sendo uma de 30% do faturamento bruto e a outra, de R$ 18 mil, independente de qual fosse o valor.
“Corria-se o risco, inclusive, de ficar todo o valor da renda do estádio colocado para penhora judicial. Já passou do tempo de o TRT ter uma razoabilidade nas sentenças. Hoje, os times de futebol sobrevivem de renda, de sócio torcedor, e a maioria das decisões que eles dão penhoram 20%, 30% da renda”, criticou.
O parlamentar afirmou que, quando assumiu o Moto Club, havia 157 processos contra o time, além de diversos bloqueios da mesma ordem. Ele destacou que a Lei da Sociedade Anônima do Futebol (Lei da SAF), responsável por estabelecer normativas próprias aplicáveis a clubes de futebol, tem um entendimento para esse tipo de situação, mas que o Moto Club precisa ter três anos de prestação de contas, o que não é possível uma vez que não as recebeu dos seus antecessores.
“Estou tentando, praticamente há uma semana, marcar uma reunião com o presidente do Tribunal Regional do Trabalho, desembargador Carvalho Neto, para tratar da centralização dos processos dessas execuções. Da mesma forma que o Sampaio Corrêa conseguiu fazer, estamos tentando fazer. E o presidente do TRT está botando a maior dificuldade para fazer a reunião”, disse.
O deputado Yglésio Moyses fez um apelo para que a magistratura seja razoável e entenda que a CLT, quando aplicada ao esporte, tem singularidades. “Nós não somos uma empresa que conseguimos vender determinado produto. Nós não somos uma empresa que consegue viver de propaganda. Time de futebol vive de renda, de sócio torcedor e de patrocínio, que neste Maranhão é a maior dificuldade, seja estatal, seja de ordem privada. A todos que nos ajudam nosso muito obrigado, mas as dificuldades são intensas”, assinalou.
Fizeram de tudo pra me tirar do jogo, mas o resultado você já sabe…e foi sem “fundão eleitoral”! Vamos pra mais 4 anos de trabalho!” , comemorou o deputado reeleito nas redes sociais.Em entrevista no programa ‘Direto ao Ponto’, exibido pela TV Assembleia com a jornalista e apresentadora Sílvia Tereza, diretora adjunta de Comunicação da Alema, nesta sexta-feira (16), Yglésio falou sobre o novo mandato e anunciou que estará na disputa no próximo pleito.
O médico e professor universitário lançou-se pré-candidato a prefeito de São Luís em 2024.

Por meio de indicação enviada ao Governo do Estado, na última quarta-feira (19), o deputado estadual Yglésio (PROS) solicitou que fosse prorrogada a medida que culminou no congelamento da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis.
A solicitação do parlamentar vem após a recente decisão dos Estados de encerrar esse período de congelamento já no fim de janeiro. Nas redes sociais, Yglésio destacou as dificuldades enfrentadas pela população em relação ao aumento nos preços dos combustíveis e o papel dos estados nesse assunto.
“Ninguém aguenta mais tanto aumento de combustível. A política de preços da Petrobras é apenas uma das vertentes do problema. Os estados brasileiros podem e devem colaborar com o controle dos preços e isso vinha sendo feito por 90 dias, com o congelamento dos preços de referência para a cobrança do ICMS”, afirmou.
Yglésio ressaltou, ainda, que os estados brasileiros têm a obrigação de não destruir mais o bolso de quem quer ir para o trabalho e de quem quer vender seu produto. “Essa conta nefasta dos preços finais da gasolina e diesel chegou pra todos. Basta de aumento de carga tributária em 2022, ninguém aguenta mais”, enfatizou o deputado.
O ICMS é um dos impostos que compõem o preço final do litro de combustível a ser pago pelo consumidor nas bombas. Congelar a base de cálculo, como pontuou o deputado, ajuda a controlar a variação dos preços, os quais têm influência em outros produtos e serviços utilizados pelos consumidores.

Na noite de domingo, 13, o nome de Marquinho(PDT) foi confirmado como candidato a prefeito de Icatu e vai, a partir de agora, impulsionar sua campanha rumo à eleição.

A convenção reuniu um grande número de pessoas ao ar livre, que foram de vários povoados, lideranças que declararam apoio para Marquinho e Késia rumo as eleições 2020.
O evento contou com a participação do senador Weverton Rocha, deputado estadual Yglesio, deputado estadual e secretário de desenvolvimento social Márcio Honaiser, deputado federal Bira do Pindaré e pré candidatos a vereadores do grupo.

Um dos momentos marcantes da convenção foi a confirmação da candidatura de Danieli Almeida na Câmera Municipal que falou dos seus projetos e desafios em continuar o sonho do saudoso esposo Tiago Almeida, em lutar pelo povo de Icatu-MA.

A classe artística tem reivindicado o direito de trabalhar. “A gente só quer trabalhar” é o que tem ecoado nas rodas de conversa de artistas, músicos e técnicos. A portaria que libera músicos em bares, restaurantes ou eventos privados só permite a participação de dois profissionais por atração.
O deputado estadual Dr. Yglésio (PROS), que também é pré-candidato a prefeito de São Luís, cobrou da Casa Civil a liberação de pelo menos quatro músicos por apresentação. “Por que a música não pode voltar a um cenário mais próximo da realidade? A gente precisa colocar pelo menos a proposta de quatro músicos no palco para que volte a ter uma atividade musical plena”, sugeriu Yglésio.
O apelo de Yglésio pela cultura tem consonância com o que tem reivindicado os músicos. “A gente quer voltar a trabalhar, a gente não quer favor de ninguém. Reuniões políticas aglomeram 400 pessoas, a gente não pode ter quatro músicos tocando no palco?”, questionou o músico Victor Hugo, do grupo Argumento.
Ainda na tribuna, Yglésio disse esperar que o “mais rapidamente possível reveja essa decisão e que regularize a atividade dos músicos porque eu, como médico, posso dizer, com muita tranquilidade, que há condições plenas para que a gente coloque quatro músicos no palco, não vai ter nenhum risco à saúde pública e nós vamos conseguir devolver a dignidade a um segmento que tem sido muito afetado na pandemia”, finalizou.
Foto: Agência Assembleia